nada
nu lago vazio
ocho
apesar das flores não terem tempo de ser, seremos
até que não haja mais estética da dor
até que se cansem os injustos
pois não se desiste de amanhecer
não antes da luz tomar conta de nós
fora tudo que resta
sou uma sombra
um ombro
duas rodas
uma câmera
dedos
e olhos
pra que te quero?
Bem te kiss.
Cor age
"E se eu não fosse capaz de dizer não?
E sim, simplesmente..."
D eva neios
Fiquei com o tempo muito corajoso, saber que sou único e que a vida é frágil me tornou imune a muitos falsos problemas, como o de ter que provar aos outros que sou alguém importante e inteligente ou digno de respeito, me preocupo outrossim com o bem estar daqueles que amo e essa franqueza me trouxe aqui, a esse blog e que deságuo soturnamente no silencio da tela negra.
nada (nessa seca de ressacas)
é um sonho
v de vingança... vai e volta - outra estória.
Sentir metal
Minha cara ardendo,
nenhum vento parace ser desse brilho inteso e latejante de equa-dores.
Sinto ranger em minha gargante
uma sede
in-sa-sia-vel-mente coçar entre minha glote e a língua,
de uma secreção que não cessa e
imrrompe meu rosto ao bel prazer do desgosto da rua
Em casa sou outro
humideço logo o corpo numa chuva aos avessos
roupas leves e cama - nada como nadar em um edredom livre de rodas e muinhos
sem caminhos percorro o mundo
me inundo de desafios que não siguinificam nada e
basta acordar pra tudo ter fim
nada como deixar algo acabado num lugar como esse
aonde me espera sempre pra recomeçar
ser
sereno
sou água
sal
égua sem cabresto
ino, tumulto.
.... noutra agonia espirro não vai... vou embora
augúrio de um tuto, destino em desat
Esses dias têm-s-ido.
sem nuvens

Se
1, 2, 3 Fernando Pessoa
Como definir um poeta?
Dia perfeito

uma boa pedida (clube de cinema dia dos namorados))
a importân$ia da vida
a manhe ser

Era madrugada... ao meu lado um infante e sua mãe.
Tivemos um vôo breve, de uma ponta a outra sobre a ilha-rede
de um lado ardo outro rio,
(con)fundiam-se na escuridão
Eis que o amanhecer espreguiçou pequenos raios
um tom bem leve-azul definia nuvens e ilhazinhas
Sonho?
mergulhava soninho
quando a-cor-dava (...) um pouco mais claro estava
iam definindo cores novas e seres nas sendo
eis uma Baleia Zeppelin (sobre)saltando-se do tapete de nuvens
ela estava ali todo tempo...
o plano dividido o dia (Zeppelin) a noite,
assistia ao espetáculo matinal...
uma voz anuncia a chegada, passamos a Baleia e logo tudo tornou-se
era manhã, a terra natal surgia depois de infindos desenhos de rios que deixavam pra
Foto momentos

Bons tempos os dos albuns de família, ainda tenho um maravilhosamante montado com direito a legendas lá em casa - vez por outra folheio nostalgicamente aquelas fotos que, como eu, envelhecem e amarelecem no tempo.
Há muito não tenho uma camera, usando o velho sistema simidão pra matar a fome de imagens imortais, mas nem tanto, que quando tento - aquele instante da foto - já passou dentro de mim. Bastam aquelas tiradas como Amelie: guardadas numa memória volátil por meio de dispositivos imaginários.
[paradoxalmente] - a profissão de fé em guardar imagens-movimento no tempo-espaço. É sempre uma demanda infinita sobre uma mão de obra infima...
tudo se perde se o objetivo é ganhar. Mudemos então de foco.
Encontros e encantos
...
estrada
vidas
o vento trás... águas levam
palavras (nu tempo)

ex-certos
roda viva...

Pedaços

Sou eu ou vocês? em pé d aços nu caminho...
tristeza

é quando não há nada a fazer frente a tudo que se impõem no caminho da felicidade...é esquecer de dizer bom dia, ou obrigado.é deitar e não ter sono, é dormir e não descansar...
Pela janela
vejo a tela:
quisera tê-la
mas só dura o instante da luz
na velocidade que conduz sonhos
seremos passageiros
Pescar na paisagem
um som, uma imagem
que me diga:
- Pare!!!
E nem repare o tempo
esmaecendo o rosto
endurecendo as idéias
cansando os ideais
se é impossível ser feliz...
mais um motivo pra continuar tentando
águas passadas

Antes disso viajamos pra lá pra cá ( lúcidos na cidade louca ) fora do tempo sou em teus braços apenas um pássaro no chão, peixe fora dágua boiando nas nuvens, ainda é segredo nosso namoro? você existe mesmo? tudo indica que não, mas me sinto bem e quero permanecer assim...
volta as aulas
Esperança

Marcha rumo ao sal pela liberdade. O que de fato emancipa uma civilização?
Lar
pensei
palavras soltas
.
in si dêem cia s
um beijo de boa noite

pt. saudações
duvidas?
tenho meu amor, mas até quando? que se não sei de mim o que direi do outro - me amaria ainda passados mil invernos como este? é tão difícil ser um ser racional, pensar no sentido estrito da palavra, saber que a morte vem e a cada dia se aproxima e ainda assim fingir que está tudo bem, trabalhar e estudar um mundo sem sentido. acho que sou louco.
árvores
pequeno, que pena

se é verdade a pequenes disso tudo, se não há chance pra se viver assim, como se o amor não fosse maior que o mundo... é pena.
Pluma vai ao vento, via de pássaro, brisa do tempo. Noutros áres existe alegria, noutros lares reina paz, grama de vizinho - salário de chefe. Somos todos peões nesse eterno gira-mundo, todos com excessão dos bispos e reis, mas é nossa fé que os faz maiores. Geralmente a armadura esconde um rato... Não quero isso, nem aquilo, nem outra cousa qualquer, me dou por satisfeito em sonhar, nas utopias em que caminho sa-tis-faço minha pequena vida, tal vez no meio ou no fim, longe agora somente do início... Quem sabe? Mamãe que sabe! (sorriso)
Nada de infantilidades hoje ( longe do início, lembra?). Seremos adultos, serenos e sábios, pais e mães ou tios... a nossa geração espera, espero seja mais de ação, mesmo sem um monstro certo pra atacar, mesmo sem norte, a sorte do mundo de imagens lindas, de dados sem fim, acesso ao planeta sem conhecer meu meio. Falo com alguém no japão e desconheço o próximo mendigo por quem passo invisível... antes disso virar um clichê e se perder tem de haver um fim, não sugirido como de costume, explicito mesmo.
ama nhe sendo
quando consigo ouvir-te - vem um sopro de vida amanhecer-me
sorriso bobo, esqueço o mundo...
me inundo de saudades quando partes
abraço de um sonho a dois
você me faz melhor, meu bem és
na morada aonde for
vou contigo.
O Ser e o Nada¹
Este argumento nunca perturbou profundamente os adeptos da liberdade humana: Descartes, o primeiro deles, reconhecia ao mesmo tempo que a vontade é infinita e que é preciso "dominar mais a nós mesmos do que a sorte". Pois convém fazer aqui certas distinções: muitos dos fatos enunciados pelos deterministas não podem ser levados em consideração. O coeficiente de adversidade das coisas, em particular, não pode constituir um argumento contra nossa liberdade, porque é por nós, ou seja, pelo posicionamento prévio de um fim, que surge o coeficiente de adversidade. Determinado rochedo, que demonstra profunda resistência se pretendo removê-lo, será, ao contrário, preciosa ajuda se quero escalá-lo para contemplar a paisagem. Em si mesmo - se for sequer possível imaginar o que ele é em si mesmo -, o rochedo é neutro, ou seja, espera ser iluminado por um fim de modo a se manifestar como adversário ou auxiliar. Também só pode manifestar-se dessa ou daquela maneira no interior de um complexoutensílio já estabelecido. Sem picaretas e ganchos, veredas já traçadas, técnica de escalagem, o rochedo não seria nem fácil nem difícil de escalar; a questão não seria colocada, e o rochedo não manteria relação de espécie alguma com a técnica do alpinismo. Assim, ainda que as coisas em bruto (que Heidegger denomina "existentes em bruto") possam desde a origem limitar nossa liberdade de ação, é nossa liberdade mesmo que deve constituir previamente a moldura, a técnica e os fins em relação aos quais as coisas irão manifestar-se como limites. Mesmo se o rochedo revela-se como "muito difícil de escalar" e temos de desistir da escalada, observemos que ele só se revela desse modo por ter sido originariamente captado como "escalável"; portanto, é nossa liberdade que constitui os limites que irá encontrar depois.
Janeiro: Ed. Vozes, 1997. Págs. 593-595.
sobre o tempo e outros fracassos
Não acredito nos homens nem nas mulheres, tampouco nos bichos, descofio inclusive das ávores e demais vegetais se for o caso - isso sem falar na guerra contra os insetos.
Vivo num mundo onde todos estão contra um, no caso eu. Retiro o que falei das árvores, elas costumam ser legais...
Mas voltando ao sucesso de fazer as coisas é uma questão bem simples - nunca nada é o suficiente pra ninguem, nem se está satisfeito com qualquer coisa, como relaxar assim? Como ter paz? Não sei - fugere urbem?
vi ontem a tal série "O que as mulheres querem?". O nome melhor seria: O que os homens gostam que as mulheres queiram. Mais uma série machista global, depois de cariocas a apelação toma conta do pedaço, mas aquela direção de arte e a fotografia fogem completamente do padrão... Eles sabem fazer o negocio, negar o ócio, criatividade profissional - é isso que o mundo quer de você. que se exaura em estudos e pesquisas pra produzir um lixo (lembrei da "ilha das flores"). Que esse lixo te alimente e te esvazie de sentimentos próprios, de personalidade singular... De revolta contra tudo isso, basta sonhar, basta corpos seminus o dia inteiro na tela, uma campanha eleitoral que te convença que o Brasil vai muio bem, obrigado. Somos nós os palhaços, mas meio sem graça querendo alcançar a tela e esquecendo a vida... como ser feliz sem viver em Sampa ou no Rio, sem ser um exteriotipo ambulante, colorido pela MTV, sem saber cantar, dançar, engolir fogo, lutar Kongfu... Sem ser magra, alta, cabelo liso, pernas grossas, bumbum de melancia, contornos de pêra.... Quem conhece o amor desconhece o mundo, quem si conhece pode ignorá-lo, mas quem seria capaz de morrer por o mundo melhor nos dias de hoje? Ninguém. Eis a sintese sobre o tempo e outros fracassos...
... (clique aqui p ver na integra)
Nosso Tempo
Carlos Drummond de Andrade
I
Este é tempo de partido,
tempo de homens partidos.
Em vão percorremos volumes,
viajamos e nos colorimos.
A hora pressentida esmigalha-se em pó na rua.
Os homens pedem carne. Fogo. Sapatos.
As leis não bastam. Os lírios não nascem
da lei. Meu nome é tumulto, e escreve-se na pedra.
Visito os fatos, não te encontro.
Onde te ocultas, precária síntese,
penhor de meu sono, luz
dormindo acesa na varanda?
Miúdas certezas de empréstimo, nenhum beijo
sobe ao ombro para contar-me
a cidade dos homens completos.
Calo-me, espero, decifro.
As coisas talvez melhorem.
São tão fortes as coisas!
Mas eu não sou as coisas e me revolto.
Tenho palavras em mim buscando canal,
são roucas e duras,
irritadas, enérgicas,
comprimidas há tanto tempo,
perderam o sentido, apenas querem explodir.
(continua no comentário)
Sonelência
permanecia de certa forma morto, como se meu corpo ainda pertencesse a cama.
A tv ligada me alertava da hora, os compromissos da cabeça me ergueram l e n t a m e n t e.
Um pouco de sol ajudaria, esticar o corpo, quem sabe? Nada funcionou, pairava sobre meu olhar uma nuvem, turva lembrança do sonho que aquela hora ainda parecia fresco na memoria, talvez algo quente no estomago fosse útil....
De repente o estalo (só se acorda mesmo depois de um belo banho frio....) Chiiiiiiiiiaaaaaaahhhh o chuveiro me dizia, era água forte, nada mais apropriado. Enquanto estava ali parecia acordando, a-cor-dado, mas somente sob(re) a água - acho que há algum parentesco com netuno na minha árvore lógica, ou com o boto, vai saber...
Quando saí ainda estava do mesmo jeito. Nada como um dia depois d'outro, bem cheio de coisas pra fazer...
me ninas?
Blogagem
lá-mentos
Quintana
fim de ano...

um quarto de século ou
Ode a Maria Grabriela
Agora duas
Vidas pairam
Simplesmente
Quase que displicente-mente
(avião corta o céu {somente ruído} fade out)
Algum tempo éramos nós três,
crianças em dias de chuva..
-CORRIDA DE BARCOOOOOO !!!
hoje a sala rúi
Grilos e sapos (outros sons)
Ela dorme
Nascer dos dias
Um depois outro in - con - se- quen - cia
da vida
"Quando nascemos somos"
Ela é
linda e frágil
Amar-e-linda a noite
Morro d saudades
De sua pequena mão,
Queria te ver crescer
Mas guardarei a sete chaves
Teus primeiros dias
pra sempre,
"Palavras q abraçam"
Sem assunto
De volta a terra do nunca
agora você
só se vê assim...
coisas de antigamente
Sol suave na infância, assim
com pessoas gentis: boa noite.
Impes(soa)lidade possível
de casa e voltar
Pessoas
generalistas...
Meu pequeno mundo me leva a lugares só meus, como este,
em que posso dizer o que quero, ahora que quero...
se existir verdade
assumo a responsabilidade de estar errado.
memori@rquivos

Sente, ligue a máquina e comece a viajar...
Nosso corpo, por mais perfeito que pareça ainda precisa de apendices tecnológicos para existir nessa sociedade...
nos tornando viciados em arquivos, antes já o eram as perguntas que moviam o mundo, principalmente as sem respostas, hoje presos a uma memória irreal, binária...
- Não existe controle sobre isso, sistemas operando me deixam perdido, tons de aviso me ridicularizam numa língua que não faz sentido. Gosto de sistemas livres, me apetece a liberdade em todas as suas formas, mas é difícil lidar com a responsabilidade que isso implica... então nos sujeitamos as regras postas por pura preguiça ou incopetência - o que posso fazer se preciso acessar os arquivos imediatemente, isso é o que sou, um disco rígido escravo que malmente tem conciencia disso...
Não é tão improvavel como é brilhante fazer um filme sobre isso... mas sempre há um erro em sistemas fechados... isso só deus sabe....
FODA-SE:

flores
co-lhe
Dias...
"- Todo dia é dia de índio."
Demorei algum tempo pra enteder, bem por que nunca foi do tipo que explicasse, seria classificado facilmente como um ser prático:
"-Gosto de saber como funciona..."
Equilíbrio da sua ausência em casa era o colo materno. Quando cresci descobri que Papai é comunista, é negro, é povão como ele mesmo se denomina. Pedagogia da vida: viver. Acho que aprendi muito até me tornar mais um técnico, como vós.
Demorei mais um tempo pra te conhecer, tem a casca grossa, mas o recheio é tão suave como seus ideais. Meu velho, sinto saudade, achei que nunca irias envelhecer, sempre um moleque - infância tardia de uma vida madastra...
Como construir um castelo de areia? uma casa de praia? nada disso faz sentido se o companheiro ao lado não tiver o que comer, com quem beber. Uma mistura de cristão e pagão ao ponto de um nortista que não leva desaforo pra casa e sabe viver... Meu índio e heroi, vilão e pai. Obrigado.
In existir
Cor vazia enche a tela e nada
nada mesmo
como um não completamente
a sensação da inexistência não existe
pois se algo inexiste não tem conciência disso
mas, se supoem como seria: é terrível!
mamãe me ensinou a ter fé
"mas não sou mais tão criança..."
me sinto só
sinto e só
só sinto
só
isso já me contenta,
um pouco
"Dorme a cidade
Resta um coração
Misterioso
Faz uma ilusão
Soletra um verso
Lavra a melodia
Singelamente
Dolorosamente
Doce a música
Silenciosa
Larga o meu peito
Solta-se no espaço
Faz-se certeza
Minha canção
Réstia de luz onde
Dorme o meu irmão"
quando pequeno cantavamos isso no colégio, estava tentando me lembrar... tenho medo de esquecer, esquecer de mim e tudo mais... Chama-se "Minha Canção" é do disco Saltimbancos do Chico Buarque. acabei por encontrar noutro blog http://luciacamposvirtual.blogspot.com/
Antes das seis

Traz a noite
quente
Por mais que a chuva tente
O sol insite em ficar no chão
Deixando a noite ser assim...
A mente se engana
ainda é cedo
Tarda a noite
Dia sem fim
O teu amor
anota
Provas de amor
Sabor da mnhã
acorda
a cor dá
Amar é lado
Leite e Sucrilhos
No teu seio
Leito
Nu meu partir
Fica um beijo...
esquisito (palavras)
ires rectum
e return
esquecendo que as palavras insiguinificam
esquentado os dedos no teclado
saudades de poe sias concretas
feitas de nuvem
e fetiches
in tele gível
ou telegrafável
minhas desculpas por ter sido afoito
estou me acostumando a errar
Se o cinema
seria de criança, que sabe sonhar...
Seria inocente, mas temente aos castigos eternos
Com seres que jamais se viu, mas muito se ouviu falar...
Estendo o "Tapete Vermelho" aos filmes que conseguem isso
Não sei se pelo simples fato do tema interiorano, mas é feito um sonho de criança...
um prêmio de Nada para:
Tapete Vermelho e Marvarda Carne...
- Bravo, Bravo !!! (aplausos)
[Apagar das luzes]
Jogada perdida
Esse filme fizemos numa viagem ao Cunani. Muitas aventuras noturnas com o pessoal de Enfermagem, C. Sociais e Direito. Gostava muito dele, têve desmaio espontêneo e um super cemitério numa noite sem gerador. O central do filme era a luz das velas em meio a floresta. O jogo consistia num "mal-mal" onde o K (Rei) Preto era a carta do silêncio, quem falasse comprava seis cartas. Na verdade só saiu o trailer do filme, chegamos a exibir na Unifap, mas tudo se perdeu com a exceção das fotos promocionais...

Da dita República do Cunani só restou um cino e algumas telhas coloniais em grafia francesa.
Dias
Quando acordo
concordo ser minha vida
um dia somente
um sonho noutro
Ao fim me deixo
E mergulho na cama
Costumava esquecer
como o sonho começou
Mas aprendi aos poucos
deixar pistas no caminho
pra sofrer menos
e amar mais
cada pedacinho
dessas histórias
ditas destino
Tento sempre voltar
mas há mais forças no mundo
que nem se imaginam
norte ando uma bússula
feita de estrelas
apagadas...
Cores da paz agem
Sobre o meu corpo
Sem saber sinto
Que sou louco...
Escolha
Faço mostras de filmes há algum tempo, mas não sei que critério de fato norteiam minhas escolhas, gosto do meu gosto, mas nem sempre agrada....
Estou consumido por isso, perdido na mesma proporção e ainda assim me acho super (babaca!). Não tenho controle das coisas, sou guiado pelo amor... acho que escolhi esse filme, só nem imagino como acaba.
Autor
Do(eu)
Cura a dor?
Doeu?
fr escura
d' art ista
são palavras perdidas que guardei a alguns dias e temia esquecer... O que é esquecer? será que a palavra morre dentro da gente? Aonde ela se enterra?
sem mãos
lembro de já ter pedido perdão por citar outros
Alvaro a Alvares numa página negra
sob o desenho da luz revê-los
imagens de emprestimo"
perdido
já nem sei no que se tranformou esse
espaço
cheio de +
para algo vazio
poluído
sem uma linha que o sustente
ausente
de mim
negro
branco como uma folha de hipertexto
transparente
estourado
sempre quiz ter um blog
"uma menina me ensinou"
dae foi o tempo que fez esses números
adorei quando pude exibí-los...
mas nem isso tem sentido
sentimento
alma do momento
esses dia tem sido longos
fui vítima de uma visita
e outra viagem para fora
em mim um caos de cem sa sons
minha irmã espera
(a)guardo
Vida
Saudades (minha heroína)
Sinto sua falta...
sinto-me só
sinto
hoje dormirei sozinho
temo outros pesadelos
na nossa casa
me sinto adulto
sinto muito
sou feliz contigo
te amo
estás em mim
sempre
to morrendo de saudade
Ode a uma Lira
Lembranças de morrer
(Alvares de Azevedo)
"Quando em meu peito rebentar-se a fibra
Que o espírito enlaça à dor vivente,
Não derramem por mim nem uma lágrima
Em pálpebra demente.
E nem desfolhem na matéria impura
A flor do vale que adormece ao vento:
Não quero que uma nota de alegria
Se cale por meu triste passamento.
(...)
Sombras do vale, noites da montanha,
Que minh' alma cantou e amava tanto,
Protegei o meu corpo abandonado,
E no silêncio derramai-lhe canto!
Duplo
meio
Aqui jaz Mazagão - uma feira de livros
as meninas preferiram ficar
a porta
projeção fora dos planos...
...um recorte do tempo,
arte pra cartaz?
fica o post como idéia de vir a ser...
Casa de Poa

Em se tratando de cinema
os :) do sul merecem
o reconhecimento justo pelos
trabalhos
feitos
na cinematografia nacional
Em especial ao Jorge
Furtado, com suas armas: roteiro e câmera
dá a melhor direção a filmes
sempre
muito bons...
segue a sugestão
------> Conheça a Casa





















