(..O DUPLO enquanto extensão do sujeito (DUPLO endógeno) e seu perfeito desdobramento, partilha com este traços evidentes que exaltam esse seu estatuto de “sombra”. Estabelece-se entre ambos uma relação de harmonia e cumplicidade. O inverso também é possível, se o DUPLO gerado a partir de um sujeito permanece enquanto seu contraste, confirmando-se uma relação bilateral de adversidade e oposição. Em ambos os casos, parece notória a noção de que o D., tendo tido a sua génese em um sujeito determinado, sendo uma cópia do mesmo, uma mimese, não pode desfrutar do mesmo estatuto ontológico subjacente ao “eu” a partir do qual se originou....) fonte http://www.fcsh.unl.pt/edtl/verbetes/D/duplo.htm
Sabemos tão pouco, limite do nada a infima parte conhecidade das coisas... Quando chegamos a algum lugar, seja ele em qual país ou paisagem for, até o ponto de nos familiarizarmos com este é comum sentir-se estranho ou alheio. Fora de nós tudo é outro. Mas daí passam horas e já compomos este quadro quase que nativamente. Pelo menos eu sou assim, desde pequeno, sei meu lugar no mundo e imagino onde possa estar e quero permanecer por simples intuição. O maior problema disso é encontrar barreiras artificiais que só dificultam a natureza das coisas. Isso porque inventaram que o poder é um mérito. Pois bem, considerando que nossa espécie consiste de milhões de pessoas e que estariam satisfeitas de suas necessidades com os recursos disponíveis - o que gera o conflito? É a falta de consciência de espécie ou da irmandade que nos une, tornando todos os povos uma só família de parent...
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fonte http://www.fcsh.unl.pt/edtl/verbetes/D/duplo.htm